É senhores, esse é o nome do camarada que fez uma das maiores cagadas automobilísticas que eu já vi. Mas isso é reflexo da péssima educação que os motoristas têm aqui no Brasil. A atitude das pessoas atrás do volante aqui é assustadora! As vezes eu fico mais de 5 minutos tentando atravessar na faixa de pedestres que fica em frente minha casa!
Sabe quem Rosinei Ferrari é? Ele é aquele cara esperto que gosta de passar mais rápido no sinal vermelho mesmo, aquele maldito que pára na faixa de pedestre, estaciona em local proibido, ultrapassa pela direita… É senhores, precisamos de educação no transito.
Não faz muito tempo, talvez umas três semanas, eu fui para Cambury no litoral de São Paulo e o transito estava infernal, muita gente! E o que os espertos estavam fazendo? Cortando pelo acostamento, isso, na minha opinião, foi o que o nosso querido Rosinei Ferrari quis fazer, ser esperto, lamentável.
* Update: Não posso garantir que é verdade, mas nos comentários o leitor Ivan deixou um recado interessante.
A Internet é grande. É incrível como uma opinião, mesmo que pequena em relação ao tamanho da Internet, não passa em branco. Há cinco meses atrás escrevi aqui o que eu estava pensando depois de até ler algumas coisas sobre o caso em lugares diferentes, mas agora, depois de muita argumentação, acho que mudaram minha opinião.
O Silvio escreveu um comentário que me chamou mais a atenção do que o dos outros. Ele disse o seguinte:
“…’é impossivel que dentre 41 uma pessoas não tenha sobrevivido ninguém’. lí a versão mais sã sobre o que aconteceu no site do próprio batalhão do corpo de bombeiros do ceará que fez o resgate, lá o especialista em resgates disse, entre outras coisas, que se fosse com ele PROVAVELMENTE teria morrido também devido as condições em que os fatos aconteceram.“
Bom, isso me fez lembrar de uma coisa que eu vi nos EUA. Nas estradas de Pennsylvania, que são bastante montanhosas, existem uns recuos com baldes gigantes com água para que os caminhões que perdem os freios durante a descida possam jogar o caminhão lá diminuindo os danos. Mesmo em um país com frota e estradas melhores esse tipo de problema, que foi citado logo nos primeiros comentários, acontece. Com certeza esse tipo de dado é parte de uma analise bem mais complexa de toda a situação de um acidente e do perfil do motorista, carro e mais uma série de coisas que eu não poderia dizer.
Foi bastante curioso ver o tamanho da, digamos, repercussão desse post, assim como foi bastante educativo também. Os comentários que fizeram foram muito esclarecedores e me fizeram lembrar de uma coisa bem simples: não acredite em tudo que lê; me refiro às reportagens.
É isso. Até.